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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vida

Quanta vida se passa diante de minha janela
Rostos tristes, preocupados
Outros alegres , radiantes
Senhoras em um frenesi constante
Olhando as vitrines
Crianças inocentes brincando no parque
Uma alma sofrida estirada na calçada
Sem espectativas, sem esperanças
Seres que se cruzam a todo momento
Nem sequer se cumprimentam
Alucinante visão da vida
Que se estende além da minha janela
Do meu quarto de dormir.
Geninha®

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